Disney impõe o homossexualismo às crianças

Diversas gerações cresceram assistindo aos filmes da Disney,  dias de princesas, o papel do homem corajoso que salva a princesa, a imagem da mulher com toda sua graciosidade feminina, casamentos maravilhosos em finais felizes onde o bem vencia o mal, e tantas coisas que transmitiam senso de justiça, amor, bondade e respeito.

Mas tudo isso parece que é coisa de um passado distante, pois não é de hoje que a Disney assumiu parceria com o movimento LGBT e se comprometeu a cumprir sua agenda de ideologia de gênero, erotização das crianças, incentivo a homossexualidade e a promiscuidade.

Se o celebre Wall Disney estivesse vivo com certeza morreria de desgosto. Mas atualmente não é somente as produções da disney mas há também muitos canais infantis que produzem e transmitem muitos programas, series e desenhos animados que tem incorporado  beijos gays, união de pessoas do mesmo sexo, homens vestidos de mulheres, casamentos entre especieis diferente (zoofilia) e muita erotização. 

MARVEL COM BEIJO GAY

Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/crivella-manda-recolher-hq-dos-vingadores-com-beijo-gay-bienal-se-recusa-23930534

Recentemente em Setembro de 2019, vemos noticiados em vários jornais, sites e na TV o polêmico evento na Bienal do livro no Rio Centro, em Rio de Janeiro, onde a Marvel incluiu em seus quadrinhos um beijo gay.

Trecho da HQ “Vingadores: A cruzada das crianças” Foto: Reprodução

O prefeito Marcelo Crivella determinou que a história em quadrinhos “Vingadores: A cruzada das crianças” fosse recolhida da Bienal . Em um vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito afirmou que a HQ de super-heróis tem “conteúdo impróprio para menores”. Dois dos personagens da saga são namorados e aparecem se beijando em um painel – o livro tem 264 páginas. No vídeo, Crivella diz: “Portanto, a prefeitura do Rio de Janeiro está protegendo os menores da nossa cidade.”

Claro que foi logo rebatido pela grande mídia que cumpre a agenda LGBT, fazendo coro com todos os esquerdistas de plantão. O STF imediatamente interferiu e liberou os quadrinhos. Aliás isso não é nada para o STF, não é mesmo? Já libera tantos corruptos da cadeia, liberar um gibi com beijo gay…

HOMOSSEXUALISMO NA TURMA DA MÔNICA

Fonte: https://guiame.com.br/gospel/familia/turma-da-monica-tera-personagem-homossexual.html

Em Junho de 2019, foi a vez da Turma da Mônica, o diretor de espetáculos, parques e eventos da Mauricio de Sousa Produções, Mauro Sousa confirmou que a Turma da Mônica ganhará um personagem homossexual. Segundo o filho do criador da revista em quadrinhos que há décadas conquistou o público infantil, a ideia é antiga e agora está em fase de criação. O personagem é inspirado, em parte, na experiência do próprio Mauro Sousa, filho de Maurício de Sousa, que assumiu sua homossexualidade.

“Há uns bons anos que a gente fala muito sobre a criação de diversos personagens e o personagem gay é um deles”, contou Mauro em entrevista para a revista Marie Claire.

Isso tudo faz parte da agenda LGBT internacional que pretende desconstruir as famílias impondo suas diretrizes do se que deve ser ensinado as crianças, tudo em nome da tolerância e contra o preconceito, será?

Para os ativistas homossexuais, verdadeira tolerância é aceitar suas práticas e idéias. Eles então dão o seguinte conselho para o homossexual que está numa igreja que aceita o homossexual, mas não aceita os atos homossexuais: “Se a sua religião discrimina contra os homossexuais… abandone e denuncie essa igreja, pois ela desrespeita nossa Constituição e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.”

Embora não aprovem o homossexualismo, as igrejas cristãs saudáveis aceitam de braços abertos o indivíduo escravo do pecado homossexual e lhe oferecem a libertação que Jesus Cristo dá gratuitamente. Contudo, os ativistas gays acham que toda oposição à sodomia é uma violação dos direitos humanos

O movimento homossexual prega a tolerância, mas quer obrigar todas as pessoas a respeitar a sodomia como um comportamento sexual inteiramente normal. A definição tradicional de tolerância significa simplesmente reconhecer e respeitar as opiniões de outros indivíduos, sem necessariamente concordar ou simpatizar com eles.

DISNEY PROMOVE O HOMOSSEXUALISMO

Eram tantas coisas boas nessas histórias antigas que transmitiam e incorporadas em nossas vidas: crescemos sonhando em encontrar o amor perfeito, com o qual seremos felizes para sempre. Mas infelizmente a Disney produziu, pela primeira vez, um romance gay em uma série infanto-juvenil. A história se desenvolve na produção Andi Mack,  na TV norte-americana.

Um dos protagonistas da trama, Cyrus Goodman, de 13 anos, se descobre homossexual e assume para os amigos mais próximos. De acordo com a Disney, a cena deve servir como “modelo a ser seguido” por adultos e crianças no sentido de “inclusão”.

Assim se cumpre o alerta do deputado federal Victório Galli (PSC-MT) quando ele se posicionou em sua página do Facebook, com uma ilustração em que Jesus aparece ‘protegendo’ uma criança do Mickey. Na época, a postagem gerou uma polêmica nacional, desde UOL, Estadão, Folha de SP, BuzzFeed, entre diversos outros sites nacionais condenaram o parlamentar conservador, numa tentativa coordenada de destruir sua reputação e ridicularizar sua posição.

Na época, Galli explicava seu posicionamento sobre a Disney e chegou a ironizar alguns personagens de produtoras norte americanas.

Veja a declaração da época:

“Está claro que aderiram à agenda da militância marxista mundial. Isso faz parte de uma engenharia social que busca acabar com os valores cristãos e, estou tratando deste assunto há muito tempo. Não são todos os personagens que refletem a homossexualidade, mas há subversões ideológicas e relativismo religioso e moral em diversas produções”.

Após ser massacrado por matérias publicadas em sites nacionais. E, a maioria da mídia em MT sobre o assunto, a verdade começa a aparecer e Galli volta à mídia.

Defensor da cultura ocidental, dos valores cristãos e um crítico ao marxismo cultural e à hegemonia cultural propagada por pseudos intelectuais e setores da mídia esquerdista, o deputado professor Victório Galli foi claro em seu posicionamento:

“Cada um faz o que quiser de sua vida particular, mas mantenham a ordem é não toquem em nossas crianças. Não façam apologia à erotização de crianças e nem a crimes. Se dois barbudos quiserem viver juntos, que vivam. Mas não neguem a natureza humana e não toquem na inocência de nossas crianças”.

Esclarecidas as posições e com razão no que afirmava sobre as produções da Disney, resta saber qual será agora o posicionando de quem sempre criticou a posição de Galli. Agora, todos que tem o mínimo de dignidade deve admitir que ele sempre teve a razão sobre o alerta que fazia.

Nos comentários de suas publicações recentes, o deputado ressalta que não tem “nada contra   gays, apenas contra o ativismo LGBT” e que sempre vai “alertar quando o alvo for a inocência   das crianças”.

O parlamentar é a voz ativa da Direita em MT, único a declarar-se abertamente contrário à   ideologia de gênero, legalização de drogas, contra o aborto, a favor da revogação do Estatuto do Desarmamento entre outros temas considerados polêmicos pela maioria da classe política.

Estamos vivendo no fim dos tempos, onde a inversão de valores está em seu auge, onde a família e os valores cristão são atacados por todos os dias, e cabe a cada um de nós como cristãos e como pessoas de bem repudiar todo tipo de tentativa de erotização das crianças ainda que venha com o rótulo de tolerância ou qualquer tipo de ideologia.

QUAL O PERIGO?

Fonte: https://guiame.com.br/gospel/familia/turma-da-monica-tera-personagem-homossexual.html

A exposição de temas como a homossexualidade à crianças é, segundo a psicóloga Marisa Lobo, um perigo que pode surtir efeitos prejudiciais à formação psíquica delas.

De acordo com Marisa, as crianças passam, em determinada idade, por um processo de descobertas e curiosidades, também relacionadas à sua sexualidade – seja ele oposto ou não – e é preciso cautela dos pais e educadores neste momento.

“As crianças estão no final da elaboração do ‘Complexo de Édipo’, por exemplo, onde a sexualidade infantil aflora no sentido de curiosidade. Não é uma curiosidade que envolve o sexo em si, mas descobertas do sexo oposto e eles descobrem muitas vezes o sexo oposto com curiosidades do mesmo sexo”, disse ela, em entrevista anteriormente concedido ao Guiame. “Tudo é curiosidade da criança, que ainda não tem juízo de valor e uma moralidade definida. Então ela não sabe ainda o que está acontecendo com ela. Ela segue a natureza humana dela e os hormônios e a curiosidade, mas não está definido o que é a homossexualidade”.

Insistência da classe LGBT

A psicóloga também alertou para uma militância LGBT, que tem se espalhado em diversos cenários infantis, justamente para influenciar as crianças a crescerem entendendo que a homossexualidade é tão comum quanto a heterossexualidade.

“O que eles querem é tornar a homossexualidade igual à heterossexualidade e nós sabemos que isso não é possível, até mesmo pelas diferenças que existem entre os sexos, biologicamente falando. E se você for levar em conta a teoria da evolução, então há a necessidade de um macho e de uma fêmea para a perpetuação da espécie e o instinto animal segue essa norma”, comentou.

“Por isso que eles falam que é ‘heteronormatividade’. Então, eu vejo como preocupação essa insistência em tornar o que pode ser apenas um conflito da criança, forçando ser algo igual a heterossexualidade. Não é igual, é diferente. Podemos respeitar as diferenças, mas não podemos mentir para as nossas crianças dizendo que é igual, porque o movimento feminista LGBT decidiu que a sociedade tem que aceitar dessa forma. Isso não é ciência, isso é imposição”, finalizou.

O Brasil em sua maioria é conservador e repudia tudo isso, por tanto numa democracia não podemos aceitar que uma minoria imponha a forma de como a maioria deve pensar ou se comportar, não pense essa minoria que segue uma agenda socialista e LGBT internacional, que vai conseguir “enfiar a força na goela abaixo” da população Brasileira essa imposição disfarçada de tolerância. As famílias brasileiras repudiam tudo que está na agenda LGBT, a erotização das crianças e a ideologia de gênero.

Deixem as crianças em paz, deixem as crianças serem crianças!

Pastor Flávio Gabriel

Tem 46 anos, casado, com ministério pastoral há 25 anos, Bacharel em Teologia, Pastor na Igreja Evangélica Vida com Vida em Nilópolis, RJ, Brasil, é Professor da EBD e de Teologia, fundador e Professor do Seminário de Escatologia Bereiano e autor dos Livros: Igrejas Evangélicas que se Tornam Seitas Perigosas, OVNIS ETS E A BÍBLIA e Como Não Amar Esta Mulher?

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